{"id":301,"date":"2012-05-15T13:36:51","date_gmt":"2012-05-15T16:36:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sosavesecia.org.br\/wp\/?page_id=301"},"modified":"2015-09-19T12:56:40","modified_gmt":"2015-09-19T15:56:40","slug":"legislacao-municipal","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.sosavesecia.org.br\/?page_id=301","title":{"rendered":"Legisla\u00e7\u00e3o Municipal"},"content":{"rendered":"<p>Legisla\u00e7\u00e3o Municipal<\/p>\n<p>Defini\u00e7\u00e3o de maus tratos aos animais e comina\u00e7\u00e3o de multa.<\/p>\n<ul>\n<li>LEI N\u00ba 4.731 DE 4 DE JANEIRO DE 2008<\/li>\n<\/ul>\n<p>[EXPAND Saiba mais]<\/p>\n<p>O Presidente da C\u00e2mara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, \u00a7 7\u00ba, da Lei Org\u00e2nica do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, n\u00e3o exercida a disposi\u00e7\u00e3o do \u00a7 5\u00ba do artigo acima, promulga a Lei n\u00ba 4.731, de 4 de janeiro de 2008, oriunda do Projeto de Lei n\u00ba 355-A, de 2005, de autoria do Senhor Vereador Cl\u00e1udio Cavalcanti<\/p>\n<p><strong>LEI N\u00ba 4.731 DE 4 DE JANEIRO DE 2008<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Estabelece multa para maus-tratos a animais e san\u00e7\u00f5es administrativas a serem aplicadas a quem os praticar, sejam eles pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas, no \u00e2mbito do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro e d\u00e1 outras provid\u00eancias <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 1\u00ba\u00a0<\/strong> Fica estabelecida multa para maus-tratos e crueldade contra animais e san\u00e7\u00f5es administrativas a serem aplicadas a quem as praticar, sejam essas pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas, mun\u00edcipes ou estabelecimentos comerciais, industriais ou\u00a0 laborat\u00f3rios.<\/p>\n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico<\/strong>.\u00a0 Entenda-se por animais todo ser vivo animal n\u00e3o humano, inclusive:<\/p>\n<p>I \u2013 fauna urbana n\u00e3o domiciliada: felinos, caninos, eq\u00fcinos, pombos, p\u00e1ssaros, aves;<br \/>\nII \u2013 animais de produ\u00e7\u00e3o ou utilidade: ovinos, bovinos, su\u00ednos ,muares, caprinos. aves;<br \/>\nIII &#8211;\u00a0 animais domesticados e domiciliados, de estima\u00e7\u00e3o ou companhia;<br \/>\nIV \u2013\u00a0 fauna nativa;<br \/>\nV &#8211;\u00a0\u00a0 fauna ex\u00f3tica;<br \/>\nVI &#8211;\u00a0 animais remanescentes de circos;<br \/>\nVII \u2013 grandes e pequenos primatas, anf\u00edbios e r\u00e9pteis;<br \/>\nVIII \u2013 p\u00e1ssaros migrat\u00f3rios; e<br \/>\nIX \u2013 animais que componham plant\u00e9is particulares constitu\u00eddos de quaisquer esp\u00e9cies e para qualquer finalidade.<\/p>\n<p><strong>Art. 2\u00ba <\/strong>Define-se como maus-tratos, e crueldade contra animais a\u00e7\u00f5es diretas ou indiretas capazes de provocar priva\u00e7\u00e3o das necessidades b\u00e1sicas, sofrimento f\u00edsico, medo, stress, ang\u00fastia, patologias ou morte.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba Entenda-se por a\u00e7\u00f5es diretas aquelas que, volitiva e conscientemente, provoquem os estados descritos no<strong> <\/strong><em>caput, <\/em>tais como:<\/p>\n<p>I \u2013 abandono em vias p\u00fablicas ou em resid\u00eancias fechadas ou inabitadas;<br \/>\nII \u2013 agress\u00f5es diretas ou indiretas de qualquer tipo tais como:<\/p>\n<p>a) espancamento;<br \/>\nb) lapida\u00e7\u00e3o;<br \/>\nc) uso de instrumentos cortantes;<br \/>\nd) uso de instrumentos contundentes;<br \/>\ne) uso de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas;<br \/>\nf) fogo;<br \/>\ng) uso de subst\u00e2ncias escaldantes;<br \/>\nh) uso de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas.<\/p>\n<p>III \u2013 priva\u00e7\u00e3o de alimento ou de alimenta\u00e7\u00e3o adequada \u00e0 esp\u00e9cie;<br \/>\nIV \u2013 confinamento inadequado \u00e0 esp\u00e9cie;<br \/>\nV &#8211; coa\u00e7\u00e3o \u00e0\u00a0 realiza\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es inadequadas \u00e0 esp\u00e9cie ou ao tamanho do animal;<br \/>\nVI \u2013 abuso ou coa\u00e7\u00e3o ao trabalho de animais feridos, prenhes, cansados ou doentes;<br \/>\nVII &#8211; torturas .<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba Entenda-se por a\u00e7\u00f5es indiretas aquelas que provoquem os estados descritos no <em>caput <\/em>atrav\u00e9s de omiss\u00e3o, omiss\u00e3o de socorro, neglig\u00eancia, imper\u00edcia, m\u00e1 utiliza\u00e7\u00e3o e\/ou utiliza\u00e7\u00e3o por pessoa n\u00e3o capacitada de instrumentos ou equipamentos.<\/p>\n<p><strong>Art. 3\u00ba<\/strong> Maus-tratos e crueldade contra animais ser\u00e3o punidos com multa no valor de R$2.000.00 (dois mil reais).<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico.\u00a0 Havendo reincid\u00eancia:<\/p>\n<p>I \u2013 sendo o infrator pessoa f\u00edsica, o valor da multa ter\u00e1 seu valor duplicado e o processo ser\u00e1 encaminhado \u00e0 Procuradoria-Geral do Munic\u00edpio para as provid\u00eancias criminais cab\u00edveis, ficando\u00a0 a cargo do Poder Executivo Municipal, atrav\u00e9s\u00a0 da Secretaria Municipal de Governo, a determina\u00e7\u00e3o das provid\u00eancias a serem tomadas posteriormente \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o da multa e cab\u00edveis em cada caso; e<br \/>\nII \u2013 sendo o infrator pessoa jur\u00eddica, o valor da multa ser\u00e1 aplicado por cabe\u00e7a de animal submetido a maus-tratos e crueldade e proceder-se-\u00e1 a cassa\u00e7\u00e3o do alvar\u00e1 do estabelecimento.<\/p>\n<p><strong>Art. 4\u00ba <\/strong>A Prefeitura aplicar\u00e1 as san\u00e7\u00f5es e penalidades de que trata esta Lei, determinando, se necess\u00e1rio, o \u00f3rg\u00e3o competente para a fiscaliza\u00e7\u00e3o de seu cumprimento.<\/p>\n<p><strong>Art. 5\u00ba <\/strong>O disposto nesta Lei n\u00e3o se aplica \u00e1s institui\u00e7\u00f5es de ensino ou de pesquisa e laborat\u00f3rios a elas associados, que possuam Comiss\u00e3o ou Conselho de \u00c9tica permanente limitando a a\u00e7\u00e3o dos seus experimentos, segundo normativas internacionais.<\/p>\n<p><strong>Art. 6\u00ba<\/strong> O Poder Executivo informar\u00e1 o teor desta Lei a todos os estabelecimentos cadastrados cuja atividade se enquadre nas disposi\u00e7\u00f5es desta Lei.<\/p>\n<p><strong>Art. 7\u00ba<\/strong> Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>C\u00e2mara Municipal do Rio de Janeiro, em 4 de janeiro de 2008<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vereador ALOISIO FREITAS<br \/>\n<\/strong><strong>Presidente <\/strong><strong><\/strong><\/p>\n<p>[\/EXPAND]<\/p>\n<ul>\n<li>LEI N.\u00ba 2575*, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997<\/li>\n<\/ul>\n<p>[EXPAND Saiba mais]<\/p>\n<p>Disp\u00f5e sobre a obrigatoriedade dos propriet\u00e1rios de c\u00e3es do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro identificarem seus animais.<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Vereador \u00cdndio da Costa<\/p>\n<p><strong>Art. 1\u00ba<\/strong> &#8211; Os propriet\u00e1rios de c\u00e3es do Munic\u00edpio do Rio de Janeiro ficam obrigados a identificar seus animais com plaqueta, contendo as seguintes informa\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>I &#8211; nome completo do propriet\u00e1rio;<br \/>\nII &#8211; n\u00famero da c\u00e9dula de identidade;<br \/>\nIII &#8211; Cadastro de Pessoa F\u00edsica-CPF;<br \/>\nIV &#8211; n\u00famero do telefone residencial ou comercial ou <span style=\"text-decoration: underline;\">pager<\/span>.<\/p>\n<p><strong>Art. 2\u00ba <\/strong>&#8211; Os propriet\u00e1rios de c\u00e3es dever\u00e3o recolher as fezes de seus animais dos logradouros p\u00fablicos.<\/p>\n<p><strong>Art. 3\u00ba<\/strong> &#8211; Os propriet\u00e1rios de c\u00e3es que n\u00e3o recolhem as fezes de seus animais dos logradouros p\u00fablicos cometer\u00e3o infra\u00e7\u00e3o administrativa, a ser apurada atrav\u00e9s de processo administrativo.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba &#8211; A fiscaliza\u00e7\u00e3o ser\u00e1 exercida pelo \u00f3rg\u00e3o administrativo competente.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba &#8211; A penalidade aplicada ser\u00e1:<\/p>\n<p>I &#8211; multa;<br \/>\nII &#8211; a multa ser\u00e1 cobrada em dobro em caso de reincid\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00a7 3\u00ba &#8211; O animal que n\u00e3o estiver portando a plaqueta de identifica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 apreendido pelo \u00f3rg\u00e3o administrativo competente.<\/p>\n<p>\u00a7 4\u00ba &#8211; O animal que estiver solto sem o seu propriet\u00e1rio ser\u00e1 apreendido pelo \u00f3rg\u00e3o administrativo competente.<\/p>\n<p><strong>Art. 4\u00ba <\/strong>&#8211; O Poder Executivo regulamentar\u00e1 esta Lei.<\/p>\n<p><strong>Art. 5\u00ba<\/strong> &#8211; Esta Lei entrar\u00e1 em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o, revogadas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>LUIZ PAULO FERNANDEZ CONDE<\/strong><\/p>\n<p>[\/EXPAND]<\/p>\n<ul>\n<li>DECRETO N\u00ba 23.989 DE 19 DE FEVEREIRO DE 2004<\/li>\n<\/ul>\n<p>[EXPAND Saiba mais]<\/p>\n<p><strong>CRIA O CONCEITO DE ANIMAL COMUNIT\u00c1RIO E ESTABELECE NORMAS PARA SEU ATENDIMENTO<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribui\u00e7\u00f5es legais, e considerando a pol\u00edtica de defesa dos direitos dos animais implementada pela prefeitura atrav\u00e9s da Secretaria de Promo\u00e7\u00e3o e Defesa dos Animais &#8211; SEPDA;<\/p>\n<p>considerando a presen\u00e7a de animais em comunidades, aparentemente sem dono, em bom estado de sa\u00fade e nutri\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>considerando que esses animais s\u00e3o atendidos em suas necessidades b\u00e1sicas, comunitariamente, pela popula\u00e7\u00e3o local;<\/p>\n<p>considerando que, para tal, foram criados v\u00ednculos de afeto e depend\u00eancia entre a comunidade e esses animais;<\/p>\n<p>considerando a import\u00e2ncia psicossocial da manuten\u00e7\u00e3o desses v\u00ednculos como elementos de intera\u00e7\u00e3o social, comportamento cooperativo e cidadania ;<\/p>\n<p><strong>DECRETA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 1.\u00ba<\/strong> Fica considerado como Animal Comunit\u00e1rio aquele que, apesar de n\u00e3o ter propriet\u00e1rio definido e \u00fanico, estabelece com a popula\u00e7\u00e3o do local onde vive v\u00ednculos de depend\u00eancia e manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Art. 2.\u00ba<\/strong> Ficam estabelecidas normas de identifica\u00e7\u00e3o, controle e atendimento a Animais Comunit\u00e1rios, na forma prevista neste Decreto.<\/p>\n<p><strong>Art. 3.\u00ba<\/strong> O animal comunit\u00e1rio ser\u00e1 preferencialmente mantido no local onde se encontra, sob fiscaliza\u00e7\u00e3o da Secretaria Especial de Promo\u00e7\u00e3o e Defesa dos Animais.<\/p>\n<p>\u00a7 1.\u00b0 Para os fins previstos neste artigo o animal dever\u00e1 enquadrar-se como objetivo nos preceitos zoossanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u00a7 2.\u00b0 O Animal Comunit\u00e1rio ser\u00e1 cadastrado, progressivamente, ter\u00e1 identifica\u00e7\u00e3o e dever\u00e1 receber tratamento veterin\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00a7 3.\u00b0 A identifica\u00e7\u00e3o de que trata este artigo ser\u00e1 realizada pela Secretaria de Promo\u00e7\u00e3o e Defesa dos Animais que se incumbir\u00e1 de cadastrar os volunt\u00e1rios que se encarregam do trato di\u00e1rio do animal.<br \/>\n<strong><br \/>\nArt. 4.\u00ba<\/strong> Caber\u00e1 \u00e0 Secretaria de Promo\u00e7\u00e3o e Defesa dos Animais as disposi\u00e7\u00f5es complementares.<br \/>\n<strong><br \/>\nArt. 5.\u00ba<\/strong> Este Decreto entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Rio de Janeiro, 19 de fevereiro de 2004 \u2013 439\u00ba ano da funda\u00e7\u00e3o da Cidade.<\/p>\n<p><strong>CESAR MAIA<\/strong><\/p>\n<p>[\/EXPAND]<\/p>\n<ul>\n<li>LEI N\u00ba 4.785 DE 2 DE ABRIL DE 2008<\/li>\n<\/ul>\n<p>[EXPAND Saiba mais]<\/p>\n<p>Garante a habita\u00e7\u00e3o de animais dom\u00e9sticos nas unidades residenciais e apartamentos de condom\u00ednios e d\u00e1 outras provid\u00eancias.<\/p>\n<p><strong>Art. 1\u00ba <\/strong>Fica garantida a habita\u00e7\u00e3o de animais dom\u00e9sticos pertencentes ao propriet\u00e1rio de im\u00f3vel ou inquilino residente nas unidades resid\u00eancias e apartamentos de condom\u00ednios em cumprimento da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, art. 5\u00ba e seu inciso XI.<\/p>\n<p><strong>Art. 2\u00ba <\/strong>A circula\u00e7\u00e3o dos animais nas \u00e1reas comuns do condom\u00ednio ficar\u00e1 a crit\u00e9rio de decis\u00e3o da maioria absoluta dos cond\u00f4minos em assembl\u00e9ia geral, n\u00e3o podendo ser vedada a entrada e sa\u00edda dos animais do condom\u00ednio.<\/p>\n<p><strong>Art. 3\u00ba <\/strong>O propriet\u00e1rio dever\u00e1 cadastrar o animal\u00a0 no condom\u00ednio apresentando registro oficialexpedido por veterin\u00e1rio competente ou pelo Centro de Controle de Zoonoses-CZ.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00b0 O propriet\u00e1rio do animal dever\u00e1 ser pessoa maior de dezoito anos.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00b0 Ao transitar em \u00e1reas comuns do condom\u00ednio o animal dever\u00e1 estar sempre acompanhado de pessoa respons\u00e1vel e ser facilmente identificado por placas ou coleiras.<\/p>\n<p>\u00a7 3\u00b0 Sempre que solicitado pelo condom\u00ednio o propriet\u00e1rio do animal ou respons\u00e1vel dever\u00e1 apresentar certificado da vacina\u00e7\u00e3o em dia contra raiva, cinomose, tratamento de verminoses e, no caso das aves vacina\u00e7\u00e3o contra psitacose.<\/p>\n<p>\u00a7 4\u00b0 Fica o propriet\u00e1rio ou respons\u00e1vel pelo animal obrigado a cumprir o caput deste artigo em noventa dias sob pena de proibi\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o no interior do condom\u00ednio e multa de at\u00e9 R$ 100,00 (cem reais) mensais at\u00e9 a apresenta\u00e7\u00e3o do comprovante de cadastramento do animal.<\/p>\n<p><strong>Art. 4\u00b0<\/strong> Esta Lei trata exclusivamente\u00a0 de animais\u00a0 dom\u00e9sticos,\u00a0 animais\u00a0 considerados\u00a0 ferozes conforme o estabelecido no \u00a7 2\u00ba do art. 4\u00ba da Lei Estadual n\u00ba 4.597 de 16 de setembro de 2005, se aceita a sua perman\u00eancia pela Assembl\u00e9ia Geral do condom\u00ednio dever\u00e3o cumprir os dispositivos desta Lei al\u00e9m dos dispositivos de seguran\u00e7a estabelecidos na mesma Lei Estadual 4.597\/2005.C\u00c2MARA\u00a0 MUNI CI P A L\u00a0 DO RIO DE\u00a0 J ANE I RO<\/p>\n<p><strong>Art. 5\u00ba<\/strong> O descumprimento desta Lei incidir\u00e1 aos condom\u00ednios multa de R$ 380,00 (trezentos e oitenta reais), e na sua reincid\u00eancia a multa ser\u00e1 em dobro.<\/p>\n<p><strong>Art. 6\u00ba <\/strong>A partir da promulga\u00e7\u00e3o desta Lei, o Poder Executivo ter\u00e1 noventa dias para regulament\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>Art. 7\u00ba<\/strong> Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>C\u00e2mara Municipal do Rio de Janeiro, em 2 de abril de 2008<\/strong><\/p>\n<p><strong>Vereador ALOISIO FREITAS<br \/>\nPresidente<\/strong><\/p>\n<p>[\/EXPAND]<\/p>\n<ul>\n<li>LEI N.\u00ba 3.879\u00a0de\u00a016\u00a0de dezembro\u00a0DE 2004<\/li>\n<\/ul>\n<p>[EXPAND Saiba mais]<\/p>\n<p><strong><em>Pro\u00edbe a realiza\u00e7\u00e3o de rodeios, touradas ou eventos similares no Munic\u00edpio do Rio de Janeiro<\/em><\/strong><strong>.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Vereador Cl\u00e1udio Cavalcanti<\/p>\n<p><strong>O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO<\/strong>, fa\u00e7o saber que a C\u00e2mara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<\/p>\n<p><strong>Art. 1.\u00ba<\/strong> Fica proibida, em todo o Munic\u00edpio, a realiza\u00e7\u00e3o de rodeios, touradas ou eventos similares que envolvam maus tratos e crueldades de animais.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Excetua-se do disposto neste artigo, exposi\u00e7\u00f5es de animais, provas h\u00edpicas, utiliza\u00e7\u00e3o de animais em prociss\u00f5es religiosas e desfiles c\u00edvicos e\/ou militares.<\/p>\n<p><strong>Art. 2.\u00ba <\/strong>As despesas com\u00a0 a execu\u00e7\u00e3o desta Lei correr\u00e3o por conta de dota\u00e7\u00f5es or\u00e7ament\u00e1rias pr\u00f3prias, suplementadas se necess\u00e1rio .<\/p>\n<p><strong>Art. 3.\u00ba <\/strong>Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>CESAR MAIA<\/strong><\/p>\n<p>[\/EXPAND]<\/p>\n<ul>\n<li>LEI N\u00ba 3273 &#8211; LIMPEZA URBANA NO MUNIC\u00cdPIO DO RJ<\/li>\n<\/ul>\n<p>[EXPAND Saiba mais]<\/p>\n<p align=\"center\"><strong><em>DISP\u00d5E SOBRE A GEST\u00c3O DO SISTEMA DE<\/em><\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><em>LIMPEZA URBANA NO MUNIC\u00cdPIO DO RIO DE JANEIRO.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 7\u00ba<\/strong>\u00a0Os res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos, identificados pela sigla RSU, abrangem:\u00a0<\/p>\n<p>VIII &#8211; os <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">excrementos oriundos da defeca\u00e7\u00e3o de animais em logradouros<\/span><\/strong>;<\/p>\n<p><strong>Art. 54. <\/strong>O <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">manuseio dos dejetos de animais<\/span><\/strong> definidos no art. 7\u00ba, inciso VIII, \u00e9 da <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">exclusiva responsabilidade dos propriet\u00e1rios ou dos acompanhantes de animais<\/span><\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Art. 55.<\/strong>\u00a0<strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Os propriet\u00e1rios ou acompanhantes de animais devem proceder \u00e0 limpeza e remo\u00e7\u00e3o imediata dos dejetos produzidos por estes animais nos logradouros e outros espa\u00e7os p\u00fablicos<\/span><\/strong>, exceto os provenientes de c\u00e3es-guia, quando acompanhantes de cegos.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba Na sua limpeza e remo\u00e7\u00e3o, os dejetos de animais <strong>devem ser devidamente acondicionados, de forma herm\u00e9tica<\/strong>, para evitar qualquer insalubridade.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba A deposi\u00e7\u00e3o de dejetos de animais, acondicionados nos termos do par\u00e1grafo anterior, deve ser efetivada nos recipientes existentes no logradouro, nomeadamente <strong>cont\u00eaineres e papeleiras<\/strong>, para que possam ser removidos pela coleta p\u00fablica regular.<\/p>\n<p><strong>Apura\u00e7\u00e3o de Multas <\/strong><\/p>\n<p><strong>Art. 79.<\/strong>\u00a0As multas s\u00e3o progressivas conforme a seguinte s\u00e9rie matem\u00e1tica: R$50,00 (cinq\u00fcenta reais), R$80,00 (oitenta reais), R$125,00 (cento e vinte e cinco reais), R$200,00 (duzentos reais), R$315,00 (trezentos e quinze reais), R$500,00 (quinhentos reais), R$800,00 (oitocentos reais), R$1.250,00 (um mil e duzentos e cinq\u00fcenta reais), R$2.000,00 (dois mil reais) e assim sucessivamente.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Quando explicitado, as multas poder\u00e3o come\u00e7ar por qualquer outro termo da s\u00e9rie prevista no caput deste artigo, que n\u00e3o o termo inicial.<\/p>\n<p>[\/EXPAND]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Legisla\u00e7\u00e3o Municipal Defini\u00e7\u00e3o de maus tratos aos animais e comina\u00e7\u00e3o de multa. 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