Extrativismo

Um grupo formado por 11 famílias, no sudeste do Pará, tem parte de sua renda financeira advinda do extrativismo. São homens que ao amanhecer colhem os frutos das andirobas, (árvore amazônica em via de extinção) e castanheiras na mata. São mulheres que beneficiam as sementes destes frutos e as transformam em vários produtos, como cremes de beleza, sabonetes, shampoos, cremes medicinais e iguarias para suprir a necessidade da alimentação humana. Agindo assim, de forma ecologicamente correta, estes homens e mulheres acabam por colher o maior fruto que a vida pode lhes oferecer: a certeza de manter a floresta em pé, para que futuras gerações possam usufruir e se beneficiar dela. Veja abaixo as fotos no assentamento Praia Alta/Piranheiras onde o extrativismo ecologicamente correto acontece.

Semente da andiroba germinando
Semente da andiroba germinada. Pronta para ser plantada
No coração da Amazônia, técnicos, ativistas e extrativistas começam a catalogar as andirobas para a colheita sustentável
Extrativista catalogando a andiroba que já dá os seus frutos
Bióloga da Universidade Federal do Pará orientando o grupo como proceder no processo de extração do óleo
Castanhas da andiroba colhidas e prontas para serem beneficiadas
“Massa” da castanha de onde sairá o óleo
O óleo sendo extraído da “massa” da semente, ainda de forma artesanal
Reunião na casa de uma ativista para se escolher o melhor caminho a ser seguido. Em breve, formarão a Organização Não Governamental FEA (Famílias Extrativistas da Amazônia)
Rótulos para as embalagens dos produtos
Produtos prontos. São sabonetes, cremes hidratantes e cicatrizantes, repelentes, entre muitos outros produtos que serão gerados

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